JPPS: Carmen Lozza trata das relações decisivas entre jornal e educação e eu da urgência de repensar a teoria e ação social para que haja vigor das políticas públicas e da responsabilidade socioambiental

Nesta segunda, O JPPS traz a especialista Carmen Lozza, diretora da Leitores e Leituras, ex-diretora da área de Jornal e Educação da ANJ e do projeto O Jornal vai à Escola de O Globo durante mais de 20 anos, para tratar das relações decisivas entre jornal e educação.

E eu tratarei da urgência de repensar a teoria e ação social através da dissolução das fronteiras entre o psíquico e o social de maneira a que esteja previsto uma nova meniar de conduzir as relações interpessoais, território primeiro em que está instalado o regime de servidão, que precisa ser superado através de uma conversa franca e democrática entre as pessoas, sem que estas recuem para argumentações do tipo “isto é meu problema”, “não se meta”, “deixa ele para lá”.

Para que haja o vigor das políticas públicas e da responsabilidade socioambiental é obrigatório que vejamos de uma outra maneira o escopo de nossas relações, uma vez que este nnao é um momento de “jogar conversa fora, mas de um momento de intensas oportunidades para quem se qualificar no processo da constituição de uma mente sustentável, na qual está prevista a conversa aberta, franca, corajosa e generosa entre amigos, parceiros, sócios, associados, etc., na qual os valores insustentáveis de um e de outro sejam trazidos à cena com naturalidade e transformados através da escta. Para isto tratarei um pouco de minha metodologia Gestão da Mente Sustentável.

Construção de Atitudes Mentais Democráticas: o Nó Górdio do Direito à Comunicação, é o tema de minha Oficina de 8 horas no INTERCOM Sudeste

Dias 7 e 8, das 18 às 22h (dois dias), 8 h de carga horária, Escola de Comunicação da UFRJ

RESUMO DA PROPOSTA
Somos construtos biomentais: Linguagem, Palavra, Imagem, Cultura, Imaginário. Conceitos. O vigor do Direito à Comunicação, como experiência conquistada, define o vigor da Democracia. Qual é então a responsabilidade democrática que temos sobre nossos estados mentais? Os discursos que identificamos como nossos são nossos mesmo? Ou vazamentos dos valores com que fomos impregnados pelas Velhas Mídias e pela Velha Teoria e com os quais impregnamos nossas relações, nossas decisões, e assim repetimos erros do passado? O quanto a Diferença que sustentamos é democrática? Como construir atitudes não-binárias que fusionem liberdade e mobilidade, tradição e pertencimento, globalidade e localidade, diversidade e solidariedade. O enfrentamento corajoso das questões esquecidas pela Teoria Cultural: amor, mal, morte, moralidade, revolução. A construção generosa da capacidade de envolvimento como indicador do vigor da conquista do Direito à Comunicação. As Mídias só são novas e livres quando a Mente é educada para ser Livre.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Palestras multimídia e dinâmicas de agregação ética de redes.
Primeiro Dia:
Superando a Política da Amnésia.
Segundo e Terceiros Dias:
Construindo Diferença e Agregação Ética nas Pautas, Briefings, Redes e Organizações

COORDENADOR
Prof. Evandro Vieira Ouriques, D. Sc. Cientista político, jornalista, terapeuta de base analítica e escritor. Coordenador do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON.ECO.UFRJ, mantem cursos de Jornalismo de Políticas Públicas Sociais, com a ANDI, de Construção de Estados Mentais Não-violentos na Mídia e de Construção de Utopias. Criador da metodologia GMS: Gestão da Mente Sustentável, é Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ e Pós-doutor em Estudos Culturais pelo PACC.FCC.UFRJ e pesquisador do CNPq do Grupo de Pesquisa Cultura Livre, Novas Tecnologias e Novos Mercados Culturais. Introduziu no I Fórum de Mídia Livre a questão de que a mídia só é livre quando a mente é livre.

Ver https://evouriques.wordpress.com ; http://territoriojpps.ning.com

matrículas até esta segunda,  27/04, em http://www.adtevento.com.br/intercom/sis/novainscricao.asp?eveId=14
vagas Limitadas -aqueles que não conseguirem matricular-se até segunda poderão procurar a secretaria, no local do evento, para verificar se existem vagas para participação em Oficina ou Painel.

Parceria UNESCO, Intervozes, LAPCOM/UnB e NETCCON/UFRJ incentivará discussão sobre indicadores de comunicação no Brasil

Brasília, 20/4/2009 – A UNESCO acaba de fechar uma parceria com três organizações brasileiras para aprofundar no país o debate sobre indicadores de comunicação. A iniciativa tem como base o documento do Programa Internacional para o Desenvolvimento da Comunicação (IPDC)/UNESCO que trata de indicadores de desenvolvimento da mídia.

O objetivo, no Brasil, é estender esta discussão também para o campo de indicadores do direito humano à comunicação a partir de uma pesquisa sobre o tema desenvolvida nos últimos anos pelo Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social. Além do Intervozes, são parceiros do novo projeto o Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília (LAPCOM) e o Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NETCCON).

A ideia é promover o conhecimento e o debate público sobre este tema, buscando identificar os desafios de implementação, mapear possíveis instituições parceiras e construir legitimidade para a proposta a partir do diálogo com as diversas organizações e instituições ligadas à comunicação, incluindo o Poder Público, empresas e a sociedade civil organizada. A iniciativa é fundamental diante da ausência de referências objetivas para mensurar o grau de desenvolvimento da mídia e de efetivação do direito humano à comunicação no Brasil.

Será dada ênfase especial a universidades e estudantes de jornalismo, com a realização de debates sobre o tema em três capitais do país. Também está prevista a realização de um seminário internacional destinado a validar uma proposta de indicadores com a participação de especialistas e membros do IPDC.

A indicação do IPDC é que em cada país devem ser construídos indicadores que, ao mesmo tempo, respondam ao quadro de referência proposto pela instituição e dialoguem com a realidade local. Neste momento, o programa busca promover, em âmbito mundial, o desenvolvimento e a aplicação piloto desses indicadores. A intenção das quatro instituições parceiras é viabilizar, no futuro, a aplicação destes indicadores no Brasil.

http://www.brasilia.unesco.org/noticias/ultimas/parceria-debatera-indicadores-de-comunicacao-no-brasil

Mesas sobre os temas Cultura Livre e Propriedade Intelectual e a Conferência Nacional de Comunicação e a Construção Coletiva de Políticas Públicas é a pauta do curso JPPS desta segunda: presenças de Oona Castro, Roseli Goffman, Ronaldo Lemos, Cláudia de Abreu, Marcos Dantas e BNegão

Nesta segunda mediarei as mesas Cultura Livre e Propriedade Intelectual e a Conferência Nacional de Comunicação e as Políticas Públicas em meu curso de Jornalismo de Políticas Públicas Sociais-JPPS, que mantenho em convênio com a ANDI. Para tratar do tema Cultura Livre e Propriedade Intelectual convidei Ronaldo Lemos, diretor  do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas e o músico BNegão, da banda Bnegão e os Seletores de Frequência e ex-Planet Hemp); para a mesa Conferência Nacional de Comunicação e a Construção Coletiva de Políticas Públicas convidei Oona Castro (Intervozes), Cláudia Abreu (ComunicAtivistas), Marcos Dantas (Professor, PUC-Rio) e Roseli Goffman (Conselheira do CFP, e Coordenadora de Mobilização e Organização do FNDC). Carinhosa-mente, Evandro

Comunicação Popular e Anti-hegemônica e Políticas Públicas é o tema da mesa desta segunda do curso JPPS, com a presença de Ripper, Guillermo Planel, Renata Souza, Cláudia Santiago e Maurício Hora

Nesta segunda traremos ao JPPS o tema Comunicação Popular e Anti-hegemônica e Políticas Públicas, que tanto nos interessa. Trata-se, como se sabe, de questão central, uma vez que apenas a contribuição da multiplicidade das vozes permite a possibilidade de aumentar o vigor da proposta “iguais na diferença”, sem a qual as relações sociais permanecem apenas um conflito acirrado e perpétuo.

Estão nos honrando com a presença esteas pessoas extraordinárias que são João Roberto Ripper (Fotógrafo, Observatório de Favelas), Guillermo Planel (Documentarista, Ponto de Equilíbrio Imagens), Renata Souza (Coordenadora do Jornal O Cidadão, Maré), Cláudia Santiago (Coordenadora do Núcleo Piratininga de Comunicação) e Maurício Hora (Fotógrafo, Morro da Providência).

Conselho Regional de Psicologia-CRP 05 aprova criação do GT de Psicologia e Mídia, do qual faço parte

Em reunião hoje, sábado, dia 04 de abril de 2009, o Conselho Regional de Psicologia-CRP 05 aprovou a criação do GT de Psicologia e Mídia, de cuja proposta participei desde o início. Baseado em uma perspectiva transdisciplinar, pluralista e atenta ao coletivo através de metodologias de escuta e construçãom participativa de sua agenda e modus operandi, o GT Psicologia e Mídia procurará mobilizar ambas as categorias, bem como outras conexas, para discutir as questões inerentes à Democratização da Comunicação, no quadro do vigor dos Direitos Humanos, como a monopolização e regulação dos meios de comunicação, das possibilidades democráticas das novas tecnologias e da realização de análises sobre os conteúdos e formas da programação e suas influências nos processos cognitivos e valorativos dos públicos, focando o estudo das subjetividades.

O GT é formado por Noeli Godoy, Conselheira CRP 05, Fernanda Bruno, Psicóloga, Professora do Instituto de Psicologia da UFRJ e professora da Pós-Graduação da ECO.UFRJ, por mim, na qualidade de coordenador do Núcleo de Estudos TRansdisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON.ECO.UFRJ, por Ângela Lopes, Psicóloga e Cinegrafista, por um membro da Comissão de Direitos Humanos e outro da Comissão de Psicologia e Justiça do CRP-05, e pelos membros ad hoc Mª da Conceição Nascimento, Conselheira do CRP 05, Celso Vergne, Colaborador do CRP 05, Diva Lúcia Conde, Psicóloga UFRJ e Ariane Ewald, Professora da Pós-ggraduação em Psicologia da UERJ.

Dentro do objetivo central de estimular a inserção do psicólogo na discussão do tema Psicologia e Mídia, de maneira a que ele possa desempenhar melhor sua responsabilidade social e profissional diante dos efeitos na população brasileira decorrentes dos conteúdos apresentados na Mídia, estimulando, ainda, que sejam criados e executados projetos referentes ao tema “Mídia e Psicologia” nos territórios de atuação dos psicólogos, o GT visa, dentre outros metas:

1. desenvolver pesquisa participativa junto aos psicólogos a respeito da questão psicologia e Mídia de maneira a desenhar um planejamento em rede;

2. desenvolver ações de divulgação e informação a respeito da Conferência Nacional de Comunicação, com o objetivo de mobilizar a categoria para participar do Coletivo Rio Pró Conferência Nacional de Comunicação e das Conferências Municipais e Estaduais, promovendo a eleição de delegados psicólogos para a Conferência Nacional de Comunicação.

3. desenvolver ações visando à participação de profissionais, professores e estudantes no II Seminário Psicologia e Mídia, onde, além da apresentação de trabalhos, estaremos produzindo teses para a conferência tendo como base a discussão da categoria.

4. realização de um Fórum de discussão onde serão apresentados os trabalhos produzidos, podendo este ser posteriormente publicado.


Participo de duas bancas na Faculdade de Educação da UnB, uma de mestrado sobre o tema O Second Life na Educação, de Adauto Cândido Soares, e outra, de doutorado, de Fábia Magali Santos Vieira, sobre A Formação Inicial de Professores On-line, Possibilidades, Contradições e Desafios: 2000-2005

Nos dias 2 e 3 da próxima semana estarei em BsB para participar de duas bancas do programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação daquela Universidade: uma de mestrado, sobre o tema O Second Life na Educação, de Adauto Cândido Soares, e outra, de doutorado, de Fábia Magali Santos Vieira, sobre A Formação Inicial de Professores On-line, Possibilidades, Contradições e Desafios: 2000-2005.